segunda-feira, 26 de julho de 2010

Denúncia em Hulha Negra - RS

Fonte: http://www.primeirafolha.com.br/edicao_1979/index.html
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Animal sofre maus tratos em Hulha Negra
(optamos por não divulgar as fotos)

Cavalo teve as quatro patas cortadas e foi coureado ainda vivo
Integrantes de entidades protetoras dos animais estiveram em Hulha Negra, na tarde de terça-feira, 20, para atender a um caso, considerado por eles, como chocante, de crueldade e maus tratos a animais.
A Associação Candiotense de Proteção Animal São Francisco de Assis (ACPASFA), foi contatada por representante do Ministério Público, solicitando atuação em uma denúncia feita pela secretária Assistência Social de Hulha Negra, Elisete Farias Brasil (Maninha), que contou que um homem, com histórico de problemas mentais, mantinha sob constantes maus tratos dois cavalos e um porco.
O fato dá conta que há cerca de dois dias, o indivíduo praticou um crime, após um dos cavalos cair de fraqueza, provavelmente pela falta de alimentação. Segundo testemunhas, o animal ainda estava vivo quando o homem cortou as quatro patas e o coureou por inteiro.
Divulgação/A1ªFolha
Entidades atuaram em conjunto na resolução do caso
Os representantes da Associação Candiotense de Proteção Animal São Francisco de Assis, em conjunto com o Núcleo Bageense de Proteção Animal, foram até o local juntamente com a Brigada Militar e recolheram o animal, que ainda estava vivo. Houve registro da ocorrência e o infrator foi encaminhado pela Secretaria de Saúde para internação e tratamento psiquiátrico.
A perturbação mental apresentada pelo indivíduo foi considerada um risco para a comunidade, pois ele apresenta um histórico de que em casos de surtos psicóticos costumava degolar cães pelas ruas, sendo que ainda houve relatos em que ele costumava alimentar-se com gatos que conseguisse apanhar.
Para os protetores de animais, foi um crime “bárbaro e abjeto” aquele presenciado no local e deve ser divulgado para que as pessoas não se omitam e que absurdos como esse possam ser evitados antes que se concretizem.
As entidades que atuaram no caso, se dispuseram a auxiliar moradores da cidade a organizarem um grupo de proteção animal local.

fonte: www.primeirafolha.com.br

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